Rocket Punch debuta com uma title que deveria ter sido do Loona, mas não decepciona

Acho que está oficialmente provado que 2019 é o ano dos grupos femininos, certo? Dentre todos os rookies, eu só lembro de ver os irmãozinhos mais novos do BTS competindo no pódio masculino, enquanto todos os outros atos eram compostos por mulheres. E quem veio para fortalecer mais essa ideia foi o Rocket Punch, formado pela Woollim, empresa do Infinite. Por mais que a escolha do nome seja bem duvidosa (mas levando em consideração que existe Weki Meki, Gugudan e Girls In The Park elas até que estão bem), ainda assim o sexteto não fez feio no que deveria ser o debut do Loona.

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“Time of Our Life” é o DAY6 fazendo aquilo que o DAY6 faz de melhor

Sim, to bem atrasada. Isso aqui foi lançado há umas três semanas, os caras já ganharam dois wins, tão quase finalizando suas promoções, mas mesmo assim eu não poderia deixar de comentar. Afinal, como falei no resenhando do seu último mini, eles são um dos meus favoritos, então seria uma desfeita deixá-los de lado. Antes tarde do que nunca, confira minhas opiniões sobre o novo comeback da banda da JYP.

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Seventeen traz seu “Hit” com uma farofona de qualidade

Por algum motivo ainda desconhecido pra mim mesma, nunca dei muita atenção ao Seventeen. E isso é um tanto engraçado, ainda mais que eu realmente me esforcei para aprender o nome de todos os treze membros. Lembro que o último comeback que acompanhei e achei bem bom foi Don’t Wanna Cry, e isso tem quanto tempo mesmo? Pois é, mas por conta do blog, resolvi ficar ligada no novo lançamento. Ainda bem.

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Agora todas as integrantes do Red Velvet tem um solo pra chamar de seu

Como eu falei lá no post da Thiffany, é bem comum dentro dos grupos de kpop que os membros ganhem solos. Por mais que nenhuma das boleiras tenha de fato debutado, vez ou outra elas soltam umas musiquinhas. Wendy, Seulgi e Joy direto aparecem com várias trilhas sonoras de dorama, Yeri ganhou um station e até fez um feat com uma rapper. No entanto, a Irene era a única que nunca tinha uma faixa só pra ela. Não foi bem uma novidade, afinal sabemos que ela não tá ali pra cantar, não é mesmo? Então minha surpresa foi bem grande quando eu ouvi essa The Only.

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[RESENHANDO] Wings (2017), BTS

O primeiro grupo que eu ouvi sabendo o que era kpop foi o BTS. E pasmem, isso foi lá pra meados de 2016 (sim, meu amigos, to nessa vida há pouco tempo). De cara me interessei, afinal, além de serem muito carismáticos e bonitos, os moços têm músicas muito boas. Alguns meses depois, começaram a sair as preview do seu segundo álbum de estúdio que, na minha opinião, foi o ápice de todo o processo criativo do grupo que se sustentou em suas teorias confusas e um dos melhores álbuns de kpop lançados até agora.

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A carreira de Tiffany Young está progredindo nos EUA… a passos um pouco lentos

Acho que todo mundo está careca de saber que as vocalistas principais dos grupos, em algum momento, vão ganhar uma carreira para chamar de sua. Com o Girls’ Generation não seria diferente, afinal, o ex-noneto, além de ser um dos grandes nomes no kpop, ainda tem ótimas vocalistas. Uma delas é a Tiffany. Por mais que ela fosse uma das mais avulsas pra mim, o sucesso da sub-unit garantiu uma chance a moça, que foi a segunda a debutar solo. I Just Wanna Dance fez um barulho considerável, mas não foi suficiente para mantê-la em território coreano, que logo pediu carta de alforria da SM e foi tentar a sorte nos Estados Unidos.

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